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Como Jó, façamos da nossa vida uma oferta de amor desinteressado a Deus.

Como Jó, façamos da nossa vida uma oferta de amor desinteressado a Deus.

Por: Thiago Walter

Nos dias de hoje estamos acostumados a fazer as coisas esperando algo em troca, trabalhamos esperando receber o salário, estudamos procurando obter uma nota satisfatória, as crianças são comportadas com os pais para adquirir algum brinquedo, claro, não é pecado trabalhar e ter sua recompensa, estudar e passar de ano, os pais presentearem um filho educado…o fato é que estamos nos acostumando a realizar ações de olho no retorno, cultivando o pensamento: ” o que ganho em troca? ”. Assim nos tornamos pessoas egoístas, egocêntricas, mimadas e com dificuldade de amar a Deus sobre todas as coisas.

A Bíblia apresenta-nos a história de Jó. Jó era caracterizado como um homem íntegro e reto, que temia a Deus e evitava o mal (Jó 1,1). Ele também oferecia um holocausto para cada filho, pois pensava: “talvez meus filhos tenham pecado, ofendendo a Deus em seu coração”. Certo dia os anjos se apresentaram a Deus, entre eles Satã, foi então que Deus disse: “Já reparou no meu servo Jó? Na terra não há homem mais íntegro e reto, que teme a Deus e evita o mal” (Jó 1,8). Satã então respondeu dizendo que Jó era assim porque Deus o cumulava de bens, logo Deus permitiu que tudo fosse tirado de Jó para assim provar sua fidelidade a Ele. Portanto Jó perde tudo, rebanho, empregados, filhos e filhas, e de rico e próspero torna-se pobre e sem futuro.

Você ao chegar até aqui deve estar se perguntando qual foi a atitude de Jó perante tal realidade, o mesmo então exclamou: “Nu saí do ventre da minha mãe e nu a ele voltarei. Deus me deu tudo e Deus tudo me tirou. Bendito seja o nome de Deus” (Jó 1,21).
Tal história bíblica carrega a seguinte questão: Se perdêssemos tudo o que possuímos, continuaríamos fiéis a Deus? Ou nos revoltaríamos contra o nosso criador e perderíamos a fé? Se perdêssemos parentes queridos, amigos, nossa saúde, nosso carro, apartamento, emprego até mesmo nossa roupa, faríamos das palavras de Jó as nossas palavras?
Independente do nosso sofrimento devemos permanecer fiéis a Deus como ensina a Sagrada Escritura: “O sofrimento produz paciência, que prova a fidelidade” (Rm 5, 3-4).

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